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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

As 10 praias mais bonitas do Brasil

As 10 praias mais bonitas do Brasil

Definir quais são as praias mais bonitas é uma tarefa tão subjetiva que torna necessário criar parâmetros objetivos de comparação.
Para determinar o grau de plasticidade de uma praia, costuma-se identificar quatro parâmetros fundamentais: a beleza cênica do lugar, a beleza da praia em si e as cores da água e da areia.
Com estes quatro itens bem ajustados, a praia está pronta para virar uma bela foto publicitária e estampar a capa de uma revista famosa, a parede de uma concorrida agência de viagens ou circular pelo mundo afora através da Internet.O Brasil é tão rico em praias fotogênicas que, mesmo excluindo o arquipélago de Fernando de Noronha do ranking, organizar uma lista com as dez praias mais bonitas dá bastante trabalho.
Trabalho não apenas para os fotógrafos, que se arriscam em acrobacias aéreas e altos penhascos atrás do ângulo perfeito, mas também para nós, que precisamos escolher apenas dez, em meio a tantas concorrentes maravilhosas.


1 - Jericoacoara (em Jericoacoara, Ceará)
2 - Porto de Galinhas (em Ipojuca, Pernambuco)
3 - Espelho (em Curuípe, Bahia)
4 - Trancoso (em Porto Seguro, Bahia)
5 - Canoa Quebrada (em Aracati, Ceará)
6 - Praia do Gunga (em Barra de São Miguel, Alagoas)
7 - Carneiros (em Tamandaré, Pernambuco)
8 - Praia do Forte (em Mata de São João, Bahia)
9 - Taipus de Fora (em Barra Grande, Bahia)
10 - Praia do Francês (em Marechal Deodoro, Alagoas)

Fernando de Noronha

Ao longo dos mais de oito mil quilômetros do litoral brasileiro, sucedem-se 2045 praias, capazes de agradar todos os tipos de gosto.
Com tantas opções, o Guia Brasil Azul elaborou diversas listas para classificar as melhores praias brasileiras, excluindo as praias de Fernando de Noronha do ranking, por considerar o arquipélago, que é um dos lugares mais bonitos e preservados do planeta, simplesmente hors-concours.Além do fato de possuir uma beleza cênica estonteante, Noronha faz parte de um Parque Nacional Marinho com uma rígida estrutura em relação ao patrimônio ambiental, que procura adaptar o homem à natureza e não o contrário. Enquanto essa estrutura for mantida, a Baía do Sancho, a Praia do Leão e a Baía dos Porcos, naturalmente belas, estarão sempre no topo de qualquer lista de praias perfeitas.Também no litoral, tão extenso quanto pródigo em cenários deslumbrantes, há praias capazes de rivalizar em beleza com as de Fernando de Noronha. Para chegar à relação final das dez melhores praias, no entanto, levamos em conta não apenas as praias mais bonitas do Brasil, mas também o nível de preservação de cada uma delas. Por isso, em geral, são praias de difícil acesso, poupadas pelo assédio predatório do turismo massivo.

As impressionantes distâncias cósmicas

As impressionantes distâncias cósmicas

Muitas pessoas costumam ter dúvidas sobre o que significa ano-luz. A causa disso deve ser a palavra ano, que desvia a nossa atenção para a grandeza tempo.
Se alguém perguntar qual é a distância de Uberlândia até Uberaba, podemos responder diretamente, em quilômetros (cerca de 100 km), ou dizer que Uberaba está a 1 hora de carro. Este exemplo deixa claro que, embora tenhamos citado um tempo (1 hora), queremos dar a idéia de uma distância. Mas, para que isso funcione, a velocidade do carro deve estar definida ou suposta. No caso, acredita-se que ela seja algo em torno de 100 km/h, nossa média nas estradas. Para fazer uma analogia com o ano-luz, poderíamos dizer que a distância entre essas duas cidades é de 1 hora-carro.
O ano-luz é, então, uma unidade de comprimento. Ela corresponde ao espaço percorrido por um raio de luz em 1 ano. Portanto, é uma medida grande demais para nossas aplicações comuns aqui na Terra, porque a luz é muito rápida e vai bem longe em 1 ano. Essa unidade se destina a marcar distâncias no espaço cósmico, entre as estrelas de uma mesma galáxia ou entre galáxias distintas. Ela é útil para os astrônomos.Para calcular quanto mede 1 ano-luz em quilômetros, você precisa saber que a velocidade da luz no vácuo é de 299792,458 quilômetros por segundo (km/s) e que o ano da definição é o do nosso calendário, chamado de Ano Gregoriano Médio, que é de 365,2425 dias. Então, se a cada segundo de tempo a luz percorre 299792,458 km, ela vai andar 60 vezes mais em 1 minuto, o que dá 17987547,48 km. Se anda isso em 1 minuto, vai andar 60 vezes mais em 1 hora, o que dá 1079252848,8 km. Se anda isso em 1 hora, vai andar 24 vezes mais em 1 dia, o que dá 25902068371,2 km. Finalmente, se anda isso em 1 dia, vai andar 365,2425 vezes mais em 1 ano, o que dá 9460536207068,016 km.
Para não trabalhar com tantos algarismos assim, você pode usar para o ano-luz um valor de 9,460536 trilhões de quilômetros ou, menos precisamente, 9,5 trilhões de quilômetros ou, para cálculos mentais aproximados, 10 trilhões de quilômetros. Como já esperávamos, é uma medida grande e que corresponde a quase 63240 vezes a distância média da Terra ao Sol, mas que não é muito quando comparada ao tamanho do Universo.Para você ter uma idéia das distâncias cósmicas, saiba que um raio de luz que parte da Terra chega até a Lua em 1,3 segundo e até o Sol em 8 minutos e 19 segundos. Para atravessar o Sistema Solar de um lado a outro, um raio de luz precisa de 11 horas. Para ir daqui até Alpha Centauri, 4 anos e alguns meses. Para atravessar a Via Láctea, pelo menos 100 mil anos.Até a Galáxia de Andrômeda, uma das mais próximas, cerca de 2 milhões e 300 mil anos. Mas para ir daqui aos limites do Universo observável, a viagem de um raio de luz deve durar, talvez, uns 14 bilhões de anos. Por aí você pode ver que o Universo é mesmo muito grande, se não for infinito.Com base nesses valores dos tempos gastos pela luz para realizar as viagens citadas acima, supostos corretos, podemos dizer que a distância da Terra à Lua é 1,3 segundo-luz e que a da Terra ao Sol é 8,3 minutos-luz. Podemos dizer também que o tamanho do Sistema Solar é 11 horas-luz, que a distância até Alpha Centauri é 4,3 anos-luz, que o diâmetro da Via Láctea é 100 mil anos-luz, que a distância até a Galáxia de Andrômeda é 2,3 milhões de anos-luz e que a parte visível do Universo é uma imensa esfera com cerca de 14 bilhões de anos-luz de raio.
Resumindo tudo isso e repetindo, fica aqui a idéia importante de que o ano-luz serve para medir distâncias, não intervalos de tempo.

Você sabia?

Você sabia que os lagos do vulcão Kelimutu, na Indonésia, mudam de cor?

Os três lagos que coroam a cratera do vulcão Kelimutu, famoso pela mudança de cor de suas águas, são um enclave espiritual ancestral da ilha indonésia de Flores e também um de seus principais apelos turísticos. Pouco antes do amanhecer, grupos de turistas estrangeiros e locais sobem, ainda na penumbra, os 1.639 metros do Kelimutu para assistir ao nascer do sol, do alto de seu cume e contemplar a vista para as três lagoas.
Do mirante se pode contemplar, a oeste, o Tiwu Ata Mbupu (Lago dos Anciãos), de 245 mil metros cúbicos de capacidade, que atualmente apresenta uma azul tão escuro que, pouco antes do amanhecer, aparenta ser quase negro.A apenas 200 metros de distância estão os outros dois lagos, separados por uma parede de rocha de um metro de largura em seu ponto mais estreito.
O mayor dos três lagos, chamado Tiwu Nua Muri Koo Fai (Lago dos Homen e das Mulheres Jovens), de 501 mil metros cúbicos, apresenta atualmente uma cor turquesa opaca; e o menor, conhecido como Tiwu Ata Pólo (Lago Encantado) e com 446 mil metros cúbicos, apresenta uma coloração café com leite.Se as cores vivas de suas águas são por si só surpreendentes, mais curioso é saber que o Lago dos Anciãos não apresentava o azul escuro de hoje em dia, como há 58 anos, mas de um azul esverdeado que foi escurecendo progressivamente com o passar dos anos. E, nos últimos 50 anos, as águas do Lago Encantado passaram de um tom avermelhado ao atual "marrom-chocolate".
Apenas o Lago dos Homens e das Mulheres jovens mantém seus tons turquesa, ainda que com variações de intensidade.
Especialistas continuam sem poder determinar a razão exata que proporciona as mudanças de cor, embora a maioria indique a atividade geológica no interior do vulcão Kelimutu como causa principal.
Este vulcão, que registrou sua última grande erupção em 1968, permanece em atividade e é responsável pela alta concentração de minerais - entre eles enxofre, barium, cobre e arsênico - encontradas nas águas destes três lagos.
De fato, são as fumarolas, as misturas de gases e vapores a altíssimas temperaturas que surgem pelas gretas do vulcão, que causam as vivas tonalidades que colorem as águas, à medida que injetam de forma intermitente novas combinações minerais.
Os habitantes de Moni, o povoado mais próximo, e os guias e vendedores que circulam pelo monte à caça de turistas, preferem explicações mais místicas e misteriosas.
Segundo as lendas locais, quando alguém morre, seu espírito se dirige a Kelimutu para submergir em um dos três lagos, dependendo de sua 'idade e caráter". A alma primeiro atravessa "a porta do Perekonde", situada à entrada do parque estabelecido nos arredores do vulcão, e que se encontra com Konde Ratu, o "Guardião dos lagos", e depois submerge nas águas do lago correspondente a sua idade.
O lugar é venerado por habitantes na Ilha de Flores há séculos, mas o Ocidente não se deu conta deste fenômeno natural até ser presenciado e difundido pelo holandês Van Such Telen, em 1915.
O arquipélago das Flores reúne uma dezena de vulcões em atividade, entre os quais se destacam, por haver entrado em erupção nos últimos 30 anos, o Batur, o Rinjani, o Sangeang Api, o Ranakah, o Inielika, o Puluweh, o Lewotobi, o Egon, o Leroboleng, o Iliwerung e o Wawo Muda.
A Indonésia pertence ao chamado Anel de Fogo do Oceano Pacífico, uma área de grande atividade geológica, e que acolhe 190 vulcões em atividade.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A origem da sexta-feira 13

A origem da sexta-feira 13

Há muito tempo, certos dias ou épocas do ano são compreendidas como impregnadas de algum tipo de infortúnio ou má sorte. Atualmente, o encontro do dia 13 com a sexta-feira é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelo em pé.
Como se não bastasse isso, o cinema norte-americano tratou de imortalizar esta data com uma seqüência de filmes de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.
Contudo, poucos sabem dizer qual é a verdadeira origem da “Sexta-feira 13”. De fato, as possibilidades de explicação para esta crença se encontram difundidas em diferentes culturas espalhadas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas justificativas dessa maldição conta que Jesus Cristo foi perseguido por esta data. Antes de ser crucificado em uma sexta-feira, o salvador das religiões cristãs celebrou uma ceia que, ao todo, contava com treze participantes.
Outra explicação sobre essa data remonta à consolidação do poder monárquico na França, especificamente quando o rei Felipe IV sentia-se ameaçado pelo poder e influência exercidos pela Igreja dentro de seu país. Para contornar a situação, tentou se filiar à prestigiada ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que, por sua vez, recusou a entrada do monarca na corporação. Enfurecido, segundo relatos, teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
De acordo com outra história, a maldição da sexta-feira 13 tem a ver com o processo de cristianização dos povos bárbaros que invadiram a Europa no início do período medieval. Antes de se converterem à fé cristã, os escandinavos eram politeístas e tinham grande estima por Friga, deusa do amor e da beleza.
Com o processo de conversão, passaram a amaldiçoá-la como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com onze feiticeiras e o demônio para rogar pragas contra a humanidade.
Reforçando essa mesma crendice, outra história de origem nórdica fala sobre um grande banquete onde o deus Odin realizou a reunião de outras doze importantes divindades. Ofendido por não ter sido convidado para o evento, Loki, o deus da discórdia e do fogo, foi à reunião e promoveu uma enorme confusão que resultou na morte de Balder, uma das mais belas divindades conhecidas. Com isso, criou-se o mito de que um encontro com treze pessoas sempre termina mal.
Apesar de tantos infortúnios associados a essa data, muitos a interpretam com um significado completamente oposto ao que foi aqui explicado. De acordo com os princípios da numerologia, o treze – por meio da somatória de seus dígitos – é um numeral próximo ao quatro, compreendido como um forte indício de boa sorte. Além disso, indianos, estadunidenses e mexicanos associam o número treze à felicidade e ao futuro próspero.


Curiosidades

Existem muitas histórias cercando a data e você pode conferir algumas abaixo:

1) Se você tem medo desta data, prepare-se. Nos próximos 15 anos teremos 32 sextas-feiras 13.

2) Para os cristãos o número 13 é amaldiçoado por este ser o número de pessoas na última ceia de Cristo e o 13º apóstolo (Judas) ter sido o traidor. O escritor Mark Twain foi também o 13º convidado de um banquete e quando abordado se isso lhe trouxe mau-agouro, simplesmente respondeu: "sim, porque só haviam 12 pratos de comida".

3) Para os romanos o número 13 significava morte, destruição e azar. Para a mitologia nórdica, em um banquete com 12 convidados, o deus Loki surgiu sem ser convidado e acabou causando a morte de Balder, e o número ganhou sua má-fama.

4) Ainda nos nórdicos, a sexta-feira foi batizada em louvor à deusa do amor e da beleza Frigga (daí as palavras friggadag e por conseqüência friday em inglês). Com a conversão deste países ao cristianismo, a deusa foi transformado pelos padres em bruxa e a lenda que se espalhou é que por vingança ela se reunia com outras 11 feiticeiras e o demônio, logo 13 à mesa, em seu dia.

5) Na numerologia, o número 12 representa algo completo (12 meses no ano, 12 apóstolos de Cristo, 12 deuses do Olimpo, 12 tribos de Israel, 12 horas no relógio), enquanto o 13 é uma transgressão a essa plenitude.

6) A sexta-feira é considerada maldita desde o século 14 com a obra Os Contos de Canterbury. Já a sexta-feira negra foi como o crash da bolsa de New York em 1929 ficou conhecido.

7) O medo da sexta-feira 13 se chama paraskevidekatriafobia, que se origina do grego Paraskeví (sexta-feira) e dekatreís (13).

8) Foi em uma sexta-feira, 13 de dezembro de 1968, que o governo militar decretou o AI-5 e trouxe azar para muita gente.

9) A Apollo 13 foi lançada às 13h 13 min, numa data cuja soma é 13 (11/04/70) e o acidente ocorreu em 13 de abril. Acontece que a tripulação teve a sorte de voltar viva para a Terra.

10) Fidel Castro nasceu numa sexta-feira 13 de agosto de 1926 e está aí até hoje dando dor de cabeça aos americanos. O famoso bandido Butch Cassidy nasceu num 13 de abril de 1866 e virou filme.

11) Nos Estados Unidos muitos hospitais e hotéis não possuem o 13º andar e algumas companhias aéreas não têm a 13ª fileira. Já na França, quando existem 13 pessoas a uma mesa, elas podem contratar um 14ª convidado profissional.

12) Segundo matéria da revista National Geographic de 2004, nos Estados Unidos cerca de 900 milhões de dólares são perdidos nas sextas-feiras 13, justamente devido às pessoas que se recusam a fazer qualquer tipo de negócio nesta data.

sábado, 14 de novembro de 2009

As ruínas Maias

As mais importantes ruínas Maias

Iremos citar as principais ruínas Maias, observando suas características e importância diante desta civilização. Os vestígios ainda encontrados são de suma importância, pois é através deles que descobertas são feitas, indagações respondidas, e mistérios revelados.

Palenque

Palenque amada por muitos que declaram ser a ruína Maia mais bonita, Palenque assentasse orgulhosamente no Parque Nacional de Palenque no Estado de Chiapas.

Palenque caracteriza-se pelos muitos efeitos decorativos não achados em qualquer outro lugar. Alguns destes motivos parecem quase chineses e dão lugar a especulação imaginativa sobre o contato Maya com a Ásia Oriental. Isto é muito improvável, mas há algo em Palenque que dá lugar a vôos da fantasia, mistério e assombro.

Cortez passou a cerca de 30 milhas da cidade, e nunca soube que esteve lá. O primeiro europeu a visitar este lugar foi um monge espanhol em 1773. Escreveu um livro em que reivindica ter descoberto um posto avançado de Atlântida. O próximo europeu a descrever o lugar, um funcionário real espanhol em 1784, escreveu uma descrição que permaneceu perdida nos Arquivos Reais durante um século. O próximo a vir, Capitão Antonia Del Rio em 1786, escreveu um relatório que esteve também perdido, até que inesperadamente uma cópia foi publicada em 1822.

Ruínas de Palenque

Enquanto isso, uma expedição mexicana esteve lá em 1807. Eles escreveram um relatório, encaminhado ao governo que esteve perdido durante 30 anos. Então em 1831, o Conde de Waldeck, um excêntrico herdeiro de uma família que tinha vivido dias muito melhores, chegou e montou seu Quartel General em cima de uma pirâmide que ainda hoje é chamada o Templo do Conde. Ele passou dois anos desenhando e escrevendo sobre o lugar. Seu trabalho foi fantástico. O conde viveu até os 109 anos, o que talvez, tenha a ver ou não com os mistérios de Palenque.

O Templo das Inscrições é talvez a mais interessante pirâmide de Palenque, além de ser a mais alta. Alojou a cripta de Pa Kal, poderoso sacerdote maia, descoberto em 1952. A cripta esteve intacta durante um milênio.

O Templo do Sol data de 642. Tem um dos telhados melhor preservados de qualquer local maia. Os telhados foram ricamente decorados com fachadas falsas que dão uma idéia de grandeza aos edifícios maias.

O Templo do Jaguar é talvez o exemplo mais intrigante de semelhanças com a arte Asiática. O templo exibe um motivo tipo “Cruz Folhada” que é quase idêntico ao achado em Angkor Wat em Camboja, e alguns dos baixos relevos têm motivos bem parecidos com os usados pela arte hindu.

Chichen Itza significa ” boca do poço de Itza “. Chichen é a mais conhecida, melhor restaurada e mais impressionante das ruinas Mayas. Chichen foi construída por volta do ano 550 DC.

Chichen teve dois poços principais, ou cenotes: um sagrado e o outro profano. O profano era usado para satisfazer as necessidades quotidianas. O poço sagrado, com 195 pés de largura e 120 pés de profundidade, era usado em rituais religiosos, e oferendas eram feitas continuamente a ele. Mergulhadores recobraram esqueletos e muitos objetos rituais de suas profundidades.

El Castillo é o “Templo do Tempo”, que esclarece o sistema astronômico Maya. Foi construído nos anos 800, pouco antes da invasão Tolteca.

Com impressionantes 78 pés de altura, El Castillo era de fato um enorme calendário solar. Se você fizer cálculos, verá que os 91 degraus de cada lado, vezes os 4 lados (cada um representando uma estação), mais 1 degrau para alcançar o topo da plataforma, soma 365, um degrau para cada dia do ano solar. Durante os equinócios, a sombra da pirâmide parece mostrar a uma serpente que escala os degraus em Março, e desce os degraus Setembro. Declínio

Quando se deu a conquista dos maias a partir de 1523, existiam Estados distintos: os da Península de Yucatán e os da atual Guatemala, já em decadência. Na região da atual Guatemala, os povos maias foram logo vencidos por Pedro Alvarado, enviado de cortês. Os maias deYucatán resistiram até 1546, porém, foram submetidos ao trabalho forçado, perderam sua identidade cultural e a população primitiva foi praticamente destruída.

Tikal

Cerimonial de Tikal, Guatemala

Nas baixadas das florestas tropicais ao sul da península de Yucatán, o antigo povo maia construiu um enorme centro cerimonial conhecido como Tikal. Uma das maiores e mais importantes cidades maias, Tikal começou a ser habitada em aproximadamente 600 a.C., dominando depois o período clássico (300-900 d.C.) da civilização maia. Tikal foi um grande centro religioso, político e comercial, que sustentou uma população de quase 50.000 pessoas em seu apogeu, durante o final do período clássico (600-900 d.C.).

Templo,Tikal

A Grande Praça, vista aqui, foi o centro cerimonial de Tikal e cenário de rituais religiosos que incluíam sacrifícios humanos e sangrias, realizados pelos reis maias. Tikal e outras cidades maias sofreram um colapso misterioso em aproximadamente 900 d.C., possivelmente causado pela superpopulação, doenças, guerras ou destruição dos recursos da floresta tropical. Após o abandono de Tikal, os maias continuaram a viver nas baixadas próximas e nas regiões montanhosas ao sul.

Hoje, milhões de pessoas ainda falam línguas maias em algumas partes do México e da América Central. As ruínas de Tikal fazem parte do Parque Nacional de Tikal, localizado em uma região ao norte da Guatemala, Petén. O parque é parte da Reserva da Biosfera Maia, que abrange 575 quilômetros quadrados da floresta tropical ao redor.

Altun Ha

Altun Ha significa a água da rocha. Era aqui que o existia o maior objeto da cultura Maia, uma cabeça de Jade, que foi encontrado através de escavações. Esta cabeça de Jade representa o deus do sol, Kinich Ahau, e pode ser visto estampado no centro de cada nota monetária do Banco de Belize. Altun Ha era o principal centro cerimonial do período clássico (250-900A.D) e funcionava como um meio de ligação com os demais centros Maia. Altun Ha fica situado à 31 milhas do norte da cidade de Belize.

Altun Ha

Cahal Pech

Cahal Pech significa o lugar dos tiquetaques. Cahal Pech é um centro de tamanho médio. Situado ao longo do banco do rio de Macal no distrito de Caio. Os visitantes se deparam com uma vista panorâmica. Cahal Pech fica situado em San Inacio.

Cahal Pech

Caracol

Caracol (o caracol) foi descoberto em 1938. Em 1986, uma pedra elaborada foi descoberta, curiosamente esta pedra descrevia uma vitória de Caracol sobre Tikal. Esta descoberta posicionou Caracol como a cidade suprema dos Maias. É onde se encontra as maiores pirâmide. Possuindo a estrutura mais elevada de Belize. Caracol fica situado no distrito de Caio.

Caracol

Becan

Becan, que possui o significado de “trincheira”, é um conjuntos de construções que foram descobertas em 1934 pelos arqueólogos Karl Ruppert e John Denison, que a nomearam “Becan” após o estudo do sistema conspícuo dos fossos que cercam regiões significativas do local. O nome antigo Maia não é conhecido. De 1969 a 1971 as escavações arqueológicas foram feitas em Becan, patrocinadas pela Universidade e sociedade geográfica nacional(Tulane).

Becan funcionava como uma grande capital político, econômica e religiosa da região, exercendo uma grande influência em todo o território da civilização Maia. Hoje em dia os visitantes se deparam com 20 contruções, muitas dessas ainda bem conservadas, devido o dificil acesso a região, que possui a presença de uma selva alta.

Becan

Esperamos ter colaborado com o conhecimento sobre as principais ruínas Maias existentes até esta data. Futuramente estaremos trazendo novas notícias e estudos sobre os vestígios ainda remanecentes desta cultuta que tanto encantou e encanta o mundo.

Você Já Viu ?